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terça-feira, 16 de novembro de 2010

amizade

                                                              


Você contaria?


Você está em uma conversa com uma de suas amigas e ela te conta que viu o namorado de outra amiga de vocês ficando com uma garota. Ela te pede pelo amor do que há de mais sagrado pra você não abrir o bico, porque foi ela quem viu e quer evitar problemas. No caso, tanto a traída quanto o traidor são amigos das duas. O que você faz?
Se não contar, a coitada vai ser corna mansa o resto da vida, e se contar, perde a confiança da outra que viu o que não devia. Complicado.
Eu acho que o ideal seria convencer sua amiga a contar junto com você a famigerada notícia de traição, assim ela divide o peso do relato e não deixa a outra com a testa coçando e a orelha fervendo.
Caso ela se negue a “meter a colher”, você mesma tem que ir lá e fazer a fofoca, sem medo de ser feliz. Se fosse você, com certeza iria preferir saber por uma amiga do que por um desconhecido.
Eu sei que é difícil abrir os olhos de quem não quer, passar por fofoqueira e ainda correr o risco de ninguém te contar mais nada, mas eu pago o preço pra ter a minha consciência tranquila. Vou contar.

Paixão por colega de trabalho em 4 fase

Paixão por colega de trabalho em 4 fases
Este caso é muito comum e fácil de acontecer. É claro que depende dos círculos de amizades de cada pessoa, mas em geral nos apaixonamos por colegas da escola, da faculdade, e depois do trabalho. No meio desse bolo todo, sempre entram os amigos de amigos, os conhecidos, vizinhos e alguns perdidos da vida, mas inevitavelmente você vai se interessar por alguém do trabalho.
Os motivos são mais do que óbvios, se a pessoa trabalha com a mesma coisa que você, já tem alguns interesses em comum. O engraçado são as fases por qual essa “paixonite” passa.

Fase 1 – “E se?”

Primeiro você admira a pessoa, mas acha que nunca teria chance com ela, já que dividem o mesmo escritório, vão se ver todos os dias, etc. Fica o pensamento de “e se eu tomar um fora” ou “e se não for legal, como vai ser amanhã”. Esses pensamentos são logo substituídos pela fase 2.

Fase 2 “Vamos sair”

Saidinhas como amigos começam a surgir e os pensamentos anteriores são substituídos pelo medo de se tornar amigo demais e não rolar nada além disso. Esta é a hora de agir. Se não sentiu nenhuma brecha ou não teve coragem suficiente, você será levado para a fase 3.

Fase 3 “Melhor não”

Nesta etapa você acaba se afastando do possível caso simplesmente por medo de estar “in love” sozinho e pagar um mico pra toda empresa saber. É melhor então deixar ao acaso.

Fase 4 “Acaso”

Se até agora, você não pegou, não esquente sua cabeça pensando nisso. Qualquer hora, em uma festa, quando os dois tiverem mais a vontade e rolar um clima, vai acontecer. Se não rolar também, você pode se consolar com o fato de que pelo menos você não se comprometeu.
O ideal é que a atitude, por parte do homem ou da mulher, seja tomada na fase 2. O fato de trabalharem juntos não pode ser um grande empecilho pra um relacionamento dar certo. E também, nem relacionamento nenhum vocês tem ainda, então não custa nada arriscar. Agora se esta tal paixão do trabalho for um chefe, aí já complica a situação. Se você pisar na bola, ele chuta tua bunda duas vezes

Selinho não pega nada

Intimidade entre amigos é osso! Homens são cheios dessas de “selinho não pega nada” e vivem congratulando suas amigas com selos “desinteressados”, mas endereçados a uma futura divisão de cama de motel. Já as meninas, que também se fazem de “mulher do padre”, vivem fazendo cafunés e massagens em amigos que aparentemente não tem interesse algum, ou recebem, passivas, tapas nas nádegas, mordidas e beliscões de amigos de infância.
Queridos, isto pode destruir relacionamentos, vai por mim. Homem nenhum aceita ver sua companheira tomando tapas na bunda, mesmo que de brincadeira, de amigos de anos. Mulheres se sentem humilhadas se o namorado dá um selinho, mesmo que de brincadeira, em uma amiga. E o pior é que estas brincadeiras sempre surgem, principalmente em alguma viagem com o pessoal, depois de tomar umas a mais…
E olha, os ofendidos da história até que tem razão. Já namorei muito amigo, e apesar de batido, vale o ditado “amigo de mulher, só

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